sexta-feira, 23 de novembro de 2007



ObS.:
SENHA ENEM 2007

OLÁ MEUS AMIGOS, MUITAS PESSOAS ESTAO TENDO PROBLEMAS COM A SENHA DE ACESSO PARA IMPRIMIR O BOLETIM DO ENEM 2007, NO ENTANTO A EQUIPE DO BLOG/SITE PREMIO M3 VISANDO O MELHOR A OFERECER A SEUS NAVEGANTES PESQUISOU SOLUCOES NA INTERNET E DESCOBRIMOS UMA FORMA DE QUEBRAR O CÓDIGO DE SENHA, JÁ FOI TESTADO E PODE CONFIAR, SIGA AS INSTRUÇÕES A BAIXO:


Caso não encontre seu número de inscrição, ligue para:
Fala Brasil - 0800-616161

Primeiro número da senha: 9 menos (o nono número da tua inscrição)
Segundo número da senha: é o décimo número da tua inscrição
Terceiro número da senha: 9 menos (o décimo primeiro número da tua inscrição)
Quarto número da senha: é o décimo segundo número da tua inscrição
Quinto número da senha: 9 menos (o quinto número da tua inscrição)
Sexto número da senha: é o sexto número da tua inscrição
Sétimo número da senha: 9 menos (o sétimo número da tua inscrição)
Oitavo número da senha: é o oitavo numero da tua inscrição




Destaques M3 - 2006
1ª edição

A EXATAMENTE 1 ANO
Aos 24 de dezembro de 2006 acontecia a 1a eleicao do PROJETO PREMIO M3



PROJETO PRÊMIO M3 (MELHOR ENTRE OS 3)

Ata de apresentação da votação do PROJETO PRÊMIO M3, Primeira etapa


Aos vinte e quatro dias do mês de novembro do ano de dois mil e seis foi realizado a primeira escolha dos representantes dos segmentos Aluno, Professor e Funcionário do turno vespertino. A votação ocorreu tranquilamente, teve como comissão eleitoral; Paulo Henrique Gomes do Santos, Aluno do 2ºI (2006), Siomara Oliveira dos Santos, aluna do 2ºI (2006), Sandra Silva Barroso e Divany Figueredo Ribeiro, o processo foi encerrado ás 18:00 horas na presença de Paulo Henrique , Siomara, Glória e Joselita.

TOTAL de votos apurados:_137

TOTAL de Votantes:_137

Contagem Final:
Segmento Funcionário:
Gomes 20 votos; Sandra 26; Divany 10; Anaildo 29; Glória 26; Joceli 03; Ana Cristina 03; Luisa 03; Hildete 01 e Maria Regina 03.


NULOS: 07
Segmento Aluno:

Rosival (3º H) 01; Elane Campos (2º I) 01; Jackson (3º G) 02; Josué (3º G) 01; Renilson (3º H) 03; Siomara (2º I) 02; Jucicleide (3º H) 01 e Aracilda (1º K) 01.


Segmento Professor:
Jerônimo 05; Manuela 15; Verônica 08; Gildásio 12; Aidil 12; Joselita 08; Emanuel 24; Carla 09, Otacimar 06; Bosco 05; Marisangela 01; Francisco 03; Sueli 07; Walterlin 05; Marília 06; Garibaldi 03 e Solange 01.
NULOS: 03


«Os mais 3 votados do segmento Funcionário: Anaildo 29 votos, Sandra 26 votos e Glória 26 votos.


«Os mais 3 votados do segmento Aluno: Renilson 03 votos, Jackson 02 votos e Siomara Oliveira 02 votos.


«Os mais 3 votados do segmento Professor: Emanuel 24 votos, Manuela 15 votos, Aidil 12 votos e Gildásio 12 votos.


OBS: A comissão por unanimidade ressaltou o percentual de votos de alunos como pequeno devido a baixa participação dos professores. Sem mais nada a ressaltar eu, Joselita F. Boaventura encerro a presente ata que vai assinada pelos presentes:


Maria da Gloria Lopes majdalmi


Divany Figueredo Ribeiro


Siomara Oliveira dos Santos


Paulo Henrique Gomes dos Santo



Fonte: http://www.premiom3.blogspot.com/ Destaques M3 - ©2006



Carlos Drummond de Andrade






Nasceu em Itabira do Mato Dentro - MG, em 31 de outubro de 1902. De uma família de fazendeiros em decadência, estudou na cidade de Belo Horizonte e com os jesuítas no Colégio Anchieta de Nova Friburgo RJ, de onde foi expulso por "insubordinação mental". De novo em Belo Horizonte, começou a carreira de escritor como colaborador do Diário de Minas, que aglutinava os adeptos locais do incipiente movimento modernista mineiro.

Ante a insistência familiar para que obtivesse um diploma, formou-se em farmácia na cidade de Ouro Preto em 1925. Fundou com outros escritores A Revista, que, apesar da vida breve, foi importante veículo de afirmação do modernismo em Minas. Ingressou no serviço público e, em 1934, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde foi chefe de gabinete de Gustavo Capanema, ministro da Educação, até 1945. Passou depois a trabalhar no Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e se aposentou em 1962. Desde 1954 colaborou como cronista no Correio da Manhã e, a partir do início de 1969, no Jornal do Brasil.

O modernismo não chega a ser dominante nem mesmo nos primeiros livros de Drummond, Alguma poesia (1930) e Brejo das almas (1934), em que o poema-piada e a descontração sintática pareceriam revelar o contrário. A dominante é a individualidade do autor, poeta da ordem e da consolidação, ainda que sempre, e fecundamente, contraditórias. Torturado pelo passado, assombrado com o futuro, ele se detém num presente dilacerado por este e por aquele, testemunha lúcida de si mesmo e do transcurso dos homens, de um ponto de vista melancólico e cético. Mas, enquanto ironiza os costumes e a sociedade, asperamente satírico em seu amargor e desencanto, entrega-se com empenho e requinte construtivo à comunicação estética desse modo de ser e estar.

Vem daí o rigor, que beira a obsessão. O poeta trabalha sobretudo com o tempo, em sua cintilação cotidiana e subjetiva, no que destila do corrosivo. Em Sentimento do mundo (1940), em José (1942) e sobretudo em A rosa do povo (1945), Drummond lançou-se ao encontro da história contemporânea e da experiência coletiva, participando, solidarizando-se social e politicamente, descobrindo na luta a explicitação de sua mais íntima apreensão para com a vida como um todo. A surpreendente sucessão de obras-primas, nesses livros, indica a plena maturidade do poeta, mantida sempre.

Várias obras do poeta foram traduzidas para o espanhol, inglês, francês, italiano, alemão, sueco, tcheco e outras línguas. Drummond foi seguramente, por muitas décadas, o poeta mais influente da literatura brasileira em seu tempo, tendo também publicado diversos livros em prosa.

Em mão contrária traduziu os seguintes autores estrangeiros: Balzac (Les Paysans, 1845; Os camponeses), Choderlos de Laclos (Les Liaisons dangereuses, 1782; As relações perigosas), Marcel Proust (La Fugitive, 1925; A fugitiva), García Lorca (Doña Rosita, la soltera o el lenguaje de las flores, 1935; Dona Rosita, a solteira), François Mauriac (Thérèse Desqueyroux, 1927; Uma gota de veneno) e Molière (Les Fourberies de Scapin, 1677; Artimanhas de Scapino).

Alvo de admiração irrestrita, tanto pela obra quanto pelo seu comportamento como escritor, Carlos Drummond de Andrade morreu no Rio de Janeiro RJ, no dia 17 de agosto de 1987, poucos dias após a morte de sua filha única, a cronista Maria Julieta Drummond de Andrade.

Fonte: http://www.premiom3.blogspot.com/ Confira mais.. »» http://www.releituras.com/drummond_bio.asp

0 comentários:

Postar um comentário