quarta-feira, 11 de junho de 2008

Mês dos Namorados

Jovens entre 25 e 30 anos são as principais consumidoras de serviços e produtos de beleza. Além da competição acirrada no trabalho, elas não abrem mão do social e das baladas que resultam em noites maldormidas sem mencionar o bronzeado. Conclusão: rugas finas e pés-de-galinha estão surgindo cada vez mais cedo. É quase que impossível deixar de lado toda essa badalação e seguir uma séria de exigencias e cuidados para manter-se sempre bonita. A regra, então, é usar de alguns artifícios especiais para poder passar o Dia dos Namorados ainda mais bela.



Afinal, queixas como manchas na pele, rugas finas, início de flacidez e bolsas palpebrais são muito freqüentes entre pacientes que negligenciam essa atenção com relação à hidratação, alimentação, sono reparador e fotoproteção.



Alguns cuidados são básicos: além de ingerir pelo menos dois litros de água por dia, é fundamental seguir uma dieta

balanceada e com baixos teores de





gordura, dormir bem, evitar exposição solar, abolir o cigarro e manter os níveis de estresse sob controle, o uso de cremes à base de substâncias de última geração como Dmae, Elastinol e Argireline combinado com aplicações de Botox pode transformar a expressão facial em poucos minutos.



Normalmente, as mulheres preferem manter esses tratamentos que dão uma levantada no visual em segredo. Além de não contarem para os namorados, muitas não contam nem para as amigas. Também preciso reforçar a importância do uso de protetor solar todos os dias do ano, independentemente das condições climáticas. Hoje, existem cremes de proteção solar de excelente qualidade e que se adaptam a todo tipo e coloração de pele.



O Dia dos Namorados, tratado em muitos países como Dia de São Valentim, é uma data comemorativa na qual se celebra a união amorosa entre casais, quando é comum a troca de cartões com mensagens românticas e presentes com simbolismo de mesmo intuito, tais como as tradicionais caixas de bombons em formato de coração. No Brasil, a data é comemorada no dia 12 de Junho, já em Portugal, a data é celebrada em seu dia mais tradicional: 14 de Fevereiro.



História

A história do Dia de São Valentim remonta um obscuro dia de jejum já tido em homenagem a São Valentim. A associação com o amor romântico chega depois do final da Idade Média, durante o qual o conceito de amor romântico foi formulado.



O dia é hoje muito associado com a troca mútua de recados de amor em forma de objetos simbólicos. Símbolos modernos incluem a silhueta de um coração e a figura de um Cupido com asas. Iniciada no século XIX, a prática de recados manuscritos deu lugar à troca de cartões de felicitação produzidos em massa. Estima-se que, mundo afora, aproximadamente um bilhão de cartões com mensagens românticas são mandados a cada ano, tornando esse dia um dos mais lucrativos do ano. Também se estima que as mulheres comprem aproximadamente 85% de todos os presentes no Brasil.



São Valentim

Durante o governo do imperador Caldeus II, este proibiu a realização de casamentos em seu reino, com o objetivo de formar um grande e poderoso exército. Caldeu acreditava que os jovens se não tivessem família, se alistariam com maior facilidade. No entanto, um bispo romano continuou a celebrar casamentos, mesmo com a proibição do imperador. Seu nome era Valentim e as cerimônias eram realizadas em segredo. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens jogavam flores e bilhetes dizendo que os jovens ainda acreditavam no amor. Entre as pessoas que jogaram mensagens ao bispo estava uma jovem cega: Assíria filha do carcereiro a qual conseguiu a permissão do pai para visitar Valentim. Os dois acabaram-se apaixonando e ela milagrosamente recuperou a visão. O bispo chegou a escrever uma carta de amor para a jovem com a seguinte assinatura: “de seu Valentim”, expressão ainda hoje utilizada. Valentim foi decapitado em 14 de Fevereiro de 270 d.C.



Data no Brasil

No Brasil, a data é comemorada no dia 12 de junho por ser véspera do 13 de junho, Dia de Santo Antônio, santo português com tradição de casamenteiro, provavelmente devido suas pregações a respeito da importância da união familiar. O casamento - em queda na Idade Média - trazia a união carnal, considerada pecado, naquele período quando se valorizava a vida espiritual celibatária.



A data foi criada pelo comércio paulista e depois assumida por todo o comércio brasileiro para reproduzir o mesmo efeito do Dia de São Valentim, equivalente nos países do hemisfério norte, para incentivar a troca de presentes entre os apaixonados.

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